A capital catarinense viveu um período de transformações culturais e comportamentais marcantes entre o final dos anos 1970 e o início da década de 1980. Naquela época, a Praia da Joaquina se consolidou como o principal ponto de encontro em Florianópolis, atraindo surfistas, artistas e jovens que buscavam as novas tendências da estação.
O cenário era definido pela popularização do biquíni fio dental e pela prática de esportes radicais, como o surfe e a asa-delta. A orla funcionava como uma vitrine de moda e comportamento, reunindo figuras conhecidas da política e da sociedade em um ambiente de descontração e música.
A movimentação na Ilha durante esses anos ajudou a moldar a identidade do verão local, focada na valorização da estética e da liberdade. O período ficou registrado como uma era de descobertas para uma geração que priorizava o contato com a natureza e as atividades ao ar livre.