Uma jovem de Joinville, identificada como Letícia Tavares, relatou ter recebido uma proposta de R$ 30 mil para participar de uma festa privada após ser contratada para um trabalho temporário como garçonete. O caso ocorreu recentemente no município do Norte catarinense e ganhou repercussão após a profissional detalhar a abordagem inesperada durante o evento.
A oportunidade de trabalho previa inicialmente um pagamento de R$ 350 pelo serviço de servir bebidas. Segundo Letícia, o anúncio da vaga já apresentava exigências específicas, como altura mínima de 1,68 metro, manequim até 42 e o envio prévio de fotos da cintura para cima, requisitos que ela considerou comuns no meio de eventos.
Durante a execução do serviço, a jovem percebeu comentários em inglês e notou que o ambiente não correspondia ao esperado para uma função de garçonete. Ela afirmou que a proposta financeira elevada foi feita para que ela e outras profissionais transformassem o local em um ambiente de entretenimento adulto para convidados estrangeiros.
O relato serve como um alerta para profissionais que buscam vagas de freelancer na região. Apesar do susto e da tentativa de mudar o objeto do contrato original, a jovem utilizou as redes sociais para expor a situação e os critérios atípicos que foram solicitados desde o primeiro contato com os recrutadores.