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Quem manda mais? Decisões sobre ‘Exército de Lula’ criam clima de ‘cabo-de-guerra’ no TSE após corregedor derrubar ato do chefe da Corte

📅 2026-10-11 📰 ND Mais
Quem manda mais? Decisões sobre ‘Exército de Lula’ criam clima de ‘cabo-de-guerra’ no TSE após corregedor derrubar ato do chefe da Corte
E veja as notícias do Brasil e de SC com destaque nas suas buscas. Quem manda mais? Decisões sobre ‘Exército de Lula’ criam clima de ‘cabo-de-guerra’ no TSE após corregedor derrubar ato do chefe da Corte Decisões divergentes marcaram o final de semana das campanhas de Flávio e Lula sobre mobilização digital Presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, e o corregedor-geral da Corte Eleitor, Ricardo Villas Boas Cuêva. Uma disputa institucional no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deu o ritmo das campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) neste final de semana. Decisões divergentes entre o presidente da Corte, Nunes Marques, e o corregedor-geral Ricardo Villas Bôas Cueva, colocam o tribunal sob efeito ‘cabo-de-guerra’. Villas Bôas reverteu a decisão do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, que havia determinado a suspensão do canal de WhatsApp ‘Exército de Lula’, liderado pelo deputado federal André Janones (Rede). O episódio expôs verdadeira “guerra de liminares”, o que suscitou choque de competências dentro do tribunal. O presidente Nunes Marques atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) utilizando uma via administrativa — o plano de conformidade da Meta, administradora do WhatsApp. Isso permitiu ao magistrado ordenar a derrubada do canal em menos de 24 horas. Em contrapartida, o corregedor Ricardo Villas Bôas Cueva, que conduz uma AIJE (Ação de Inve

Uma disputa institucional marcou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) neste final de semana, impactando as campanhas presidenciais de Lula e Flávio Bolsonaro. Decisões divergentes entre o presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, e o corregedor-geral, Ricardo Villas Bôas Cueva, geraram um clima de "cabo-de-guerra" no tribunal.

O corregedor-geral reverteu uma decisão anterior do presidente do TSE, que havia determinado a suspensão do canal de WhatsApp "Exército de Lula". Este canal é liderado pelo deputado federal André Janones.

A decisão inicial do presidente Nunes Marques atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro, utilizando uma via administrativa. Isso permitiu a ordem de derrubada do canal em menos de 24 horas.

A reversão da decisão pelo corregedor Ricardo Villas Bôas Cueva expôs um choque de competências dentro do tribunal. O episódio evidenciou uma "guerra de liminares" entre os magistrados.

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